segunda-feira, 30 de março de 2009

Amar


Quando me amei de verdade, pude compreender que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Então pude relaxar.
Pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.
Parei de desejar que a minha vida fosse diferente. Comecei a ver que tudo o que acontece, de alguma forma, contribui para o meu crescimento e me dá forças para mudar o rumo das coisas se eu quiser.
Comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado - inclusive eu mesma.
Comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças, vícios e qualquer coisa que me colocasse pra baixo.
Minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio.
Deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos.
Hoje faço o que EU acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!
Desisti de querer ter sempre razão. Com isso errei muito menos.
Desisti de reviver o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.
Percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada."


(texto de Kim McMillen & Alison McMillen)

sábado, 28 de março de 2009

Autoria: Louise L. Hay


Leiam o trecho abaixo em voz alta para lacrar, no astral, sua intencionalidade de erradicar o medo completamente de suas vidas:

Eu, nesse momento, plenamente consciente do Ser Divino que sou, passando por uma experiência na tridimensionalidade, aceito de uma vez por todas, o meu compromisso universal de ser luz. Portanto, todos e quaisquer sentimentos contrários a esse momento único de iluminação, daqui para a frente, deverão ser abandonados. Nesse momento, é meu compromisso junto ao plano espiritual e junto ás consciências Cósmicas abandonar, de uma vez por todas, o sentimento de medo e ansiedade, completamente desnecessários para essa nova fase da minha vida. Solicito á Alta Espiritualidade a Iluminação, o discernimento e a vontade para que eu possa encarar de uma vez por todas as minhas ansiedades e os meus medos, sabendo que são contrários ao Amor e a Fé. Que a luz da alta espiritualidade possa encontrar o reflexo dentro de mim, para que tudo isso possa acontecer.Que eu possa permanecer num mar de harmonia, alegria e amor.
[Autor: Shon Thor, de Órion]

quinta-feira, 26 de março de 2009

Anime-se


Semeia um pensamento e colherás um desejo;
semeia um desejo e colherás a ação;
semeia a ação e colherás um hábito;
semeia o hábito e colherás o caráter.
[Autor desconhecido]

Há coisas bonitas na vida

Há coisas bonitas na vida!
Sim... Mas, bonitas são as coisas vindas do interior de cada um, as palavras simples, sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos, o beijo soprado...
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que quase todos passeiam...
Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado, neto...
Bonito é achar a poesia do vento, das flores, do mato, dos animais e das crianças.
Bonito é gostar da vida e se deixar viver de um sonho.
Bonito é ver a realidade da vida, sem nunca ser extremista, e acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente com G maiúsculo em qualquer situação, Principalmente nos momentos de dificuldade.
Bonito é você ser você... nesta bonita vida...!!!
[Autor desconhecido]

quarta-feira, 25 de março de 2009

Para ler e refletir


Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

Fernando Pessoa

Calma


Saiba que se você não tiver contentamento com as coisas, irá se tornar um escravo do desejo!
[Autor desconhecido]